Parada Gay - Sucesso

Ontem foi o dia da tradicional Parada gay em Copacabana e cerca de 800 mil pessoas participaram.
Muita cor, muita animação e a presença do sol fizeram parte deste evento que contribui para afrouxar os nós dos preconceitos. Até o Sérgio Cabral participou, política à parte, a presença de um governador é importante porque dá apoio ao movimento. Gostei.

A parada foi organizada pela Ong Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual e trouxe como bandeira a criminalização da homofobia e o pedido para que um projeto de lei com o tema seja aprovado no Senado Federal.

Respeitar a diversidade humana é obrigação de todos nós. A opção sexual de cada um não diz respeito ao outro e não muda o caráter ninguém. Até os bonequinhos de animação defendem o tema: “Dave e Lonnie conversam sobre o casamento gay”.

Nossa história é recheada de preconceitos e agravantes sérios que decorrem deles. Desde a época da caça às bruxas até os dias de hoje, muitos abusos têm sido cometidos em nome de conceitos absurdos, formados da falta de conhecimento e do desrespeito.

travesti Salete Campari - travesti Salete Campari

A travesti Salete Campari foi uma das mais assediadas (Foto: Renata Granchi/G1)

Muitas vezes o preconceito é causado pelo medo, quando não temos coragem de conhecer melhor o assunto. Eu já tive amigos preconceituosos que ao trabalhem ao lado de uma pessoa homossexual, com o passar do tempo perceberam que não havia nada de “diferente” na pessoa, que ela era igual a “todo mundo”.

Ahhhhhh! E tem gente que ainda diz assim: Ele é gay, MAS é um ótimo rapaz!
Como se ótimo e gay não pudessem fazer parte da mesma frase. Vamos combinar? Ninguém entrega o seu cartão de visita para o outro e apresenta a sua opção sexual não é mesmo?

Imagine:
Eu sou Lelé, sou Coach e heterossexual.
Ninguém faz isso e sabem por que? Porque não é absolutamente da conta do outro.

E você o que acha? A sua opinião é de “grátis” e vamos respeitá-la.

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